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Roony Bardghji diz sim ao FC Porto

Roony Bardghji diz sim ao FC Porto

Com poucos minutos no Barcelona, e já depois de ter sido associado ao FC Porto no verão, antes de assinar pelos culés, o extremo sueco Roony Bardghji volta a entrar na órbita dos dragões

 

A informação foi avançada pelo jornal catalão ‘Sport’.esteve perto do FC Porto no verão, rumou ao Barça, mas terá voltado às contas

 

Dragões terão procurado saber a situação de Roony Bardghji, jovem avançado sueco de 20 anos, mas têm concorrência e os catalães não vão facilitar a sua saída esteve perto do FC Porto no verão, rumou ao Barça, mas terá voltado às conta

 

Roony Bardghji, avançado sueco de 20 anos do Barcelona

 

Roony Bardghji, avançado sueco de 20 anos do Barcelona

 

Mercado: esteve perto do FC Porto no verão, rumou ao Barça, mas terá voltado às conta

 

Dragões terão procurado saber a situação de Roony Bardghji, jovem avançado sueco de 20 anos, mas têm concorrência e os catalães não vão facilitar a sua saíd

 

Apesar de ser uma aposta de futuro do Barcelona, a falta de minutos de Roony Bardghji está a atrair o interesse de vários clubes europeus, incluindo o FC Porto. O clube catalão enfrenta agora a decisão de manter, emprestar ou transferir o jovem extremo sueco, cujo futuro deverá ser decidido antes do Mundial, garante o Sport. Os dragões estiveram perto de o contratar no verão, mas o Barça apareceu e ganhou a corrida.

 

Contratado no verão passado por três milhões de euros, por estar quase em final de contrato com o Copenhaga, Bardghji era visto como um dos extremos mais promissores do mercado. No entanto, a sua progressão pode estar em risco devido às poucas oportunidades na equipa principal. O internacional sueco disputou apenas 616 minutos esta época, desaparecendo quase por completo na fase decisiva da temporada.

 

Bardghji já manifestou publicamente a sua frustração durante uma concentração da seleção sueca, afirmando que sentia merecer mais tempo de jogo no Barcelona. Contudo, as suas queixas não surtiram efeito, e a falta de ritmo competitivo teve consequências, como o facto de ter ficado de fora da convocatória, na bancada, no último e decisivo jogo da Suécia para a qualificação do Mundial, com o selecionador a preferir jogadores com mais minutos nas pernas.

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