Villas-Boas acusa Benfica de tratar Pedro Proença de forma “cruel e desrespeitosa
Villas-Boas acusa Benfica de tratar Pedro Proença de forma "cruel e desrespeitosa

Villas-Boas acusa Benfica de tratar Pedro Proença de forma “cruel e desrespeitosa”
Líder dos dragões saiu em defesa do presidente da Federação Portuguesa de Futebol
Numa recente visita ao Estádio da Luz, Pedro Proença foi colocado pelo Benfica na sexta fila do camarote presidencial e, a esse propósito, André Villas-Boas deixou um forte ataque aos encarnados no artigo da edição de agosto da revista Dragões.
“Continuemos este capítulo com o SL Benfica na versão 2026/27, ainda sem “update” de sofrimento para o segundo clube português com mais títulos no futebol. Depois de negarem à Seleção Nacional a utilização do seu estádio, decidiram reservar ao Presidente da Federação Portuguesa de Futebol um lugar na sexta fila da tribuna, após a divulgação não consentida de excertos de conversas privadas que o próprio Pedro Proença classificou como truncados, incompletos e descontextualizados, mas onde o mesmo afirmava ter sido chamado à Polícia Judiciária por diversas vezes no âmbito de processos relacionados com o Benfica e recordava que a instrução dos processos era realizada na Liga Portugal, instituição a que então presidia. Que forma tão cruel e desrespeitosa de tratar uma figura institucional da maior relevância”, atirou o líder dos azuis e brancos, relembrando os constantes casos polémicos em que o Benfica tem surgido envolvido.
“Para uma instituição que distribui lições permanentes sobre respeito, o mapa de lugares da tribuna transformou-se rapidamente num manifesto político. É pena que a renovada eficiência comunicacional, entre instituição e acólitos, não tenha sido mobilizada para esclarecer, com serenidade e transparência, o contexto de tantos processos e episódios que, com uma persistência notável, regressam continuamente à discussão pública. O respeito institucional, afinal, parece depender da conveniência do momento. Contra os aliados de ocasião, o silêncio, porém, a indignação é habitualmente mais discreta, talvez por razões de vizinhança ou pela simples preservação desse histórico entendimento e lugar garantido na primeira fila”, finalizou Villas-Boas.






