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Vila Pouca de Aguiar regista novos desenvolvimentos na situação de Eulália Silva no estabelecimento prisional

Reclusa de 48 anos sob custódia aguarda os próximos passos do processo na cadeia feminina de Santa Cruz do Bispo

Vila Pouca de Aguiar regista novos desenvolvimentos na situação de Eulália Silva no estabelecimento prisional

Reclusa de 48 anos sob custódia aguarda os próximos passos do processo na cadeia feminina de Santa Cruz do Bispo

A situação judicial decorrente dos acontecimentos registados no passado mês de junho em Vila Pouca de Aguiar continua a mobilizar a atenção pública. Eulália Silva, de 48 anos, encontra-se em prisão preventiva a aguardar julgamento após a intervenção das autoridades competentes.

 

A arguida está acusada pelos crimes de homicídio e profanação de cadáver da enteada, Lara, de 8 anos. A investigação desenvolvida pela Polícia Judiciária aponta que as ações da mulher de 48 anos terão ocorrido por vingança contra Carlos, seu companheiro e pai da criança.

 

A colocação de reclusas em estabelecimentos prisionais exige protocolos rigorosos de segurança e assistência, áreas acompanhadas por serviços de proteção civil, apoio jurídico e seguradoras especializadas em responsabilidade civil.

Transferência para a cela comum na cadeia feminina de Santa Cruz do Bispo

Após ser presente a juiz e ver decretada a medida de coação mais gravosa, Eulália Silva deu entrada na cadeia feminina de Santa Cruz do Bispo, em Matosinhos. Inicialmente, cumpriu alguns dias no regime de isolamento.

 

Na passada sexta-feira, a detida foi integrada numa cela comum juntamente com outras reclusas. Contudo, no sábado seguinte, foi necessária a intervenção dos serviços de assistência médica do estabelecimento prisional.

 

De acordo com uma reportagem do Correio da Manhã, Eulália Silva deu entrada na enfermaria com ferimentos resultantes de supostas agressões cometidas por outras reclusas daquela unidade de Santa Cruz do Bispo.

 

Assistência na enfermaria e investigação interna em curso

O relato da publicação indica a existência de um código de conduta interno entre os reclusos relativo a casos que envolvem crianças, uma dinâmica bem conhecida pelas equipas de guardas prisionais em ambiente penitenciário.

 

Apesar da gravidade das lesões sofridas, a mulher de 48 anos não necessitou de ser hospitalizada numa unidade exterior. No entanto, até esta terça-feira, mantinha-se sob cuidados de saúde na enfermaria da cadeia.

 

O incidente ocorrido no interior do estabelecimento prisional em Matosinhos está agora a ser formalmente investigado pelas autoridades competentes para apurar todas as responsabilidades.

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