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Bétis apanha susto mas acaba a golear antes de receber o FC Porto

Bétis apanha susto mas acaba a golear antes de receber o FC Porto

Bétis apanha, susto mas acaba, receber o FC Porto

Equipa de Manuel Pellegrini bateu o Osasuna por 5-2

No último jogo antes de receber o FC Porto, na quarta-feira, no regresso da Liga dos Campeões, o Bétis bateu o Osasuna por 5-2, em Sevilha. Um triunfo que deixa a equipa de Manuel Pellegrini num excelente terceiro lugar na liga espanhola, com mais um ponto do que o Real Madrid, com os mesmos 19 do Atlético e a cinco do Barcelona.

 

Cedo o jogo começou a encaminhar-se para o Bétis, que se adiantou aos 10′, num penálti convertido por Isco a castigar uma falta desleixada. O domínio era total, poucas vezes a equipa do Osasuna, 15.º, se aproximou da área do Bétis, que aumentou a vantagem aos 31′: recuperação de bola e passe bem medido a desmarcar Abde.

O terceiro golo, no arranque da segunda parte, foi caricato, apesar de ter nascido de um livre bem ensaiado. Budimir cabeceou a bola contra a cabeça de Llorente e ainda levou com ela no ressalto antes do esférico encontrar o fundo das redes pela terceira vez.

 

Tudo parecia decidido e que os béticos podiam desligar a ficha e pensar na Champions, mas a reação do Osasuna deixou La Cartuja em suspenso. Em seis minutos, Budimir reduziu para 3-1 e Raúl García para 3-2, este último numa bola parada, situação na qual o Bétis voltou a apanhar outro susto, mais à frente.

 

Pelo meio, o ponto mais polémico do jogo. O Osasuna ficou a pedir uma falta que, a ser assinalada, teria de ditar a expulsão de Natan. A bola continuou a rolar e, na sequência, Isco – sempre ele – emergiu da confusão na área, para apontar o 4-2. O VAR reviu o lance e manteve a decisão tomada em campo.

 

Golpe demasiado duro para o Osasuna, que ainda ameaçou o 4-3 no tal outro lance de bola parada, mas o tempo foi desfazendo as dúvidas quanto ao vencedor da partida, à medida que Pellegrini descansava titulares e o Bétis ameaçava o quinto, que chegou perto do apito final, por Morante.

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