
“Ah, se o Memphis sair, com esse dinheiro o Corinthians repõe com 2 ou 3 ótimos jogadores.”
Com todo respeito: quem acredita nisso ainda não entendeu como funciona o Parque São Jorge.
Parem de sonhar com Marcos Leonardo, Roberto Firmino, Roger Guedes e nomes desse nível.
A história recente do clube mostra exatamente o contrário.
O problema nunca foi só orçamento. É gestão. É critério. É tomada de decisão.
Quem acompanha o Corinthians há anos sabe muito bem qual costuma ser o padrão das reposições: Leo Natel, Jonathas Cafu, Pedro Raul e companhia.
Por isso a permanência do Memphis vai muito além do futebol.
Jogador desse tamanho não aparece toda hora no futebol brasileiro.






